Andorra

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Andorra
O Principado de Andorra é um dos menores países do mundo (468 km²). Situado nos Pireneus, sudoeste da Europa, entre a França e a Espanha. A tradição relata que Carlos Magno libertou Andorra do domínio árabe, no século 9. De 1278 a 1993, os andorranos viveram sob um regime singular de co-principalidade, sob controle da França e da Espanha. Em 1993, Andorra tornou-se uma democracia parlamentar.
O principado de Andorra está situado no interior dos Pirinéus Orientais; é limitado a norte, pela França e a sul, pela Espanha. O seu relevo é constituído por desfiladeiros e vales estreitos, rodeados de montanhas. O principado tem cerca de 64 mil habitantes, de origem andorrana, espanhola, portuguesa, francesa e de outras nacionalidades. A capital é Andorra-a-Velha e o idioma oficial do país é o catalão, sendo o francês e o espanhol outras línguas faladas. A superfície do país é de 468 km2.

De acordo com a Constituição de 1993, Andorra é um co-principado independente, democrático, parlamentar, com a soberania total nas mãos do povo. A Espanha e a França
mantêm-se os seus co-príncipes (o bispo de Urgel, em Espanha e o Presidente da França, respectivamente) como chefes de estado, com poderes reduzidos e constitucionalmente definidos. Existe uma Assembleia de uma só câmara composta por 28 membros, o Conselho
Geral dos Vales, para o qual são eleitos 14 membros, com base numa lista nacional, e outros 14 com base em sete círculos binominais (paróquias). Existe também um Conselho
Executivo chefiado por um presidente, que exerce o cargo de primeiro-ministro com base no apoio da Assembleia.

História
Andorra foi durante alguns séculos um território agrícola e artesanal, onde era frequente a prática da caça. Em 1278, o bispo de Urgel tornou-se co-suserano do conde de Urgel, que manteve a posse do principado até ao século XVI. Andorra permaneceu condomínio do bispo de Urgel, excepto no período da Revolução Francesa, altura em que os revolucionários declararam a independência do principado. Em 1806, os habitantes locais pediram a Napoleão que devolvesse ao território o estatuto de principado. Durante 700 anos, o principado prestava vassalagem aos dois lados: bispo de Urgel e ao Presidente francês. Até 1970, o direito de voto era exclusivo dos homens de Andorra, a partir da terceira geração. Actualmente, o voto é extensivo a todos os andorranos de primeira geração, com idade igual ou superior a 28 anos, cujos pais sejam estrangeiros. O número de eleitores é diminuto, em relação ao total da população, cerca de 70% da qual é composta por residentes estrangeiros que têm vindo a reivindicar os seus direitos políticos e de cidadania. A imigração, controlada através de um sistema de quotas, restringe-se aos nacionais de França e de Espanha que pretendam trabalhar em Andorra. Antes de 1993, o país não possuía qualquer constituição formal, tendo todas as moções e propostas que ser submetidas aos delegados permanentes (representantes dos dois chefes de estado) para aprovação.

Em 1976 foi criada uma organização política, tecnicamente ilegal, o Partido Democrático de Andorra, que forneceu as bases de um futuro sistema democrático. Oscar Riba Reig tornou-se no primeiro primeiro-ministro do país em 1981, e em 1982 foi nomeado um Conselho Executivo chefiado pelo Primeiro-Ministro. Tal provocou a separação entre os poderes legislativo e executivo. Em Julho de 1991 foram estabelecidos laços formais com a Comunidade Europeia.
Em Maio de 1993 foi adoptada uma nova Constituição, concedendo a independência ao país em todos os aspectos menos o da segurança externa, que continuou sob a responsabilidade da França e da Espanha. As primeiras eleições directas tiveram lugar em Dezembro de 1993, tendo sido formado um Governo de coligação liderado pelo Primeiro-Ministro, Oscar Riba Reig. Em 1994, Andorra tornou-se um membro de pleno direito das Nações Unidas e do Conselho da Europa. A coligação de Reig, o Grupo Nacional Democrático, perdeu o apoio dos independentes em Dezembro de 1994 e Marc Forne, da União Liberal, substituiu-o no cargo. Desde a década de 50, Andorra tornou-se economicamente uma nação próspera, tendo chegado a ser declarada como o país com o maior crescimento económico do mundo, com um rendimento per
capita superior ao japonês. No principado existem mais de 5 mil lojas e 500 hotéis, a actividade turística é intensa e a banca vive uma situação estável e próspera. Em grande parte, este panorama deve-se à isenção de impostos de que usufruem muitos produtos e actividades no principado.
Língua oficial
A Constituição de Andorra define o catalão com a língua oficial do estado. Outras línguas que se falam no território são provenientes da imigração, por ordem, são: castelhano, o português e o francês.
As outras línguas de menor uso são o galego, o inglês, o árabe e o hindu. Por nacionalidades, têm como língua materna o catalão 64% da população com nacionalidade andorrana e 36% dos residentes com nacionalidade espanhola. Mesmo assim a língua de uso mais habitual é o catalão.
Moeda
A moeda oficial é o Euro
Principais pontos turísticos
No paraíso de Andorra, convivem sete diminutas comunidades chamadas paróquias. Cada uma delas, apesar de sua escassa superfície, garantem um espaço de grande interesse para o visitante, cheias de encantos naturais.

Andorra la Vella
Massana
Escás
Pal
Massana
Erts
Sispony
Anyós
Ordino.
A Meca
Sornàs
São Martí da Cortinada
A Cortinada
Arans
LLORTS
Llorts
Serrat
Canillo
Ranso
Encamp
La Mosquera
Les Bons
Els Cortals
PAS DE LA CASA
Escaldes
Sant Julià de Lòria
Nagol
Aixovall
Documentos de viagem
As fronteiras do território de Andorra são Pas de La Casa pelo lado francês, e a Farga de Moles pelo lado espanhol. Os cidadãos europeus de estados membros da CEE, só necessitam do Documento Nacional de Identidade para ingressar no principado; por sua parte, o resto dos cidadãos do mundo precisa de passaporte mas sem necessidade de visto.
Clima
O clima do principado é de montanha, seco e frio. Apesar da imensa quantidade de neve, a humidade não é demasiada.
A abundância de água nos rios e lagos quando chega o degelo, fazem do verão uma época quente mas não agonizante que se desfruta tanto como o inverno.
Os ventos são moderados, acentuando algumas zonas de montanha na temporada fria do inverno.

O clima é temperado em Andorra. Todas as estações são agradáveis. Para os amantes dos desportos de inverno, prefira o inverno. Para as caminhadas, prefira as outras épocas do ano, principalmente o verão.

TEMPERATURAS MÁXIMAS E MÍNIMAS
Andorra la Vella:
Em janeiro, de 0°C a 6°C
Em março, de 2°C a 12°C
Em maio, de 4°C a 23°C
Em julho, de 12°C a 26°C
Em setembro, de 12°C a 24°C
Em dezembro, de 0°C a 6°C
Saúde e vacinação
Nenhuma vacina é obrigatória para entrar em Andorra.

RISCOS E CONSELHOS SANITÁRIOS
Nunca vá sozinho às montanhas, leve um pequeno kit de primeiros socorros com desinfetantes e remédios contra venenos.

ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITAIS
Hospital Meritxell de Andorra la Vella, Tel : (376) 87 10 00
Bombeiros e ambulâncias, Tel : 118
Polícia, Tel : 110
Serviço de socorro na montanha, Tel : 112
Urgência médica, Tel : 116
Gastronomia
Neste território de montanha, encontramos duas gastronomias soberbas: a herança espanhola, especialmente catalã, com sabores, cheiros e texturas fortes e salgadas enquanto que a francesa, especialmente provençal, é a fonte de algumas das maravilhas da comida andorrana.
Trata-se de uma combinação que por si só garante uma boa mesa.

Com o aumento no turismo, o país tem-se preocupado por melhorar notavelmente as suas instalações e ofertas gastronómicas, modernizando a sua cozinha e restaurantes. Porém, tem o cuidado de não perder o seu natural encanto e de conservar as "bordas" ou casas de montanha. Ao mesmo tempo, se incorporaram os melhores e mais variados elementos da cozinha internacional.
Desta forma, a oferta de lugares onde comer é extensa. Este pequeno paraíso regala-nos com uma boa mesa com menus clássicos e económicos para quem não deseja complicar muito a vida, assim como pratos originais e finos, pedidos à carta, acompanhados de um bom vinho e pão, para quem gosta de provar e inovar a sua própria dieta.
As lentilhas e o arroz, cozidos de diversas maneiras e combinados geralmente com carnes ou frutos do mar, são outra opção que vale a pena provar. Por sua parte, os caracóis "a llauna" constituem uma iguaria gostosa e refinada que contrasta com a sua própria simplicidade. Alguns caldos similares ao cozido espanhol gozam de boa reputação e são também um bom princípio, mas existe também a possibilidade de encontrar saladas e massas italianas cozidas à catalã, ou inclusive uma deliciosa paella com acento pirenaico.
Os queijos andorranos, são tão bons como outros, o jamóm serrano, de muito boa qualidade e um bom pão, que os há de muitos tipos, podem ser outra forma de iniciar a comida, se deseja algo mais forte.
As chuletas de vitela assada na brasa são habituais e seguras, pois o seu sabor não se altera com muitos condimentos. Por outra parte, o cabrito ao forno é outro prato típico que convém provar, assim como o porco, preparado ao forno, onde adquire um delicioso sabor. O cuscuz, o cassulet e o civet de viado e de javali, são pratos muito andorranos que destacam pelo o seu sabor.
A perdiz à vinagrete é a favorita entre os pratos à base de aves. Tem um sabor ligeiramente ácido que combina muito bem com a suavidade da carne. Não se pode abandonar Andorra sem ter provado este prato.
Relativamente às sobremesas, a variedade é igualmente imensa. Abundam a mousse, de diversos sabores e os crepes doces. Como contrapartida, de herança ibérica, aconselhamos que prove as rabanadas, pão banhado em mel e nata. A pastelaria é igualmente maravilhosa, colocando empenho na combinação de sabores doces e ácidos. São peculiares a torta de limão, a de maçã e algumas tortas de chocolate. Os damascos são outras sobremesas que o cativarão.
Por outro lado, existem, ademais, uma grande variedade, quantidade e qualidade de restaurantes de comida internacional. Predominam as especialidades italianas, com as suas pastas e pizzas, seguidas das francesas, que tratam de apegar-se com rigor à sua gastronomia. Em Andorra podem-se encontrar restaurantes de comida árabe, hindu ou portuguesa, especialmente na capital.
Pode-se afirmar que a oferta gastronómica que o principado brinda é mais que suficiente, esbarrando no brilhante no relativo a sabor, variedade e qualidade. Os preços são tão variados como os mesmos pratos e com segurança o viajante encontrará um lugar onde comer a seu gosto e de acordo com o seu orçamento.


Os vinhos não são caraterísticos da região, lógico que em território tão alto não caberia a possibilidade do cultivo da videira. Ainda assim, é possível encontrar vinhos das melhores marcas e qualidades na maior parte dos restaurantes do principado, principalmente espanhóis e franceses. A cerveja, por sua parte, também encontra-se com facilidade para acompanhar algumas delícias gastronómicas.
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